Sou sozinha em verso de linha
Poesia borrada e rasgada.
É em rabiscos mal acabados que me encontro
Papeis dobrados, rasurados,
tristes e bonitos.
A inspiração que cutuca a mente numa tarde vazia
Palavra que papel não lê
Palavras, frases, melodia...
Sou o que a cabeça quer sentir
e não sabe escrever
Simples e comum, mas diferente
em si, num ser.
Sou o que essas palavras são agora
Alusões poéticas, assimetricas e sensitivas.
Indescritiva.
[17:16h, Caderno de Bolso]

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